sexta-feira, 15 de junho de 2012

A7MA



Ignorem a apresentadora e texto que são péssimos e concentrem-se na galeria e artistas que são bem bacanas.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Bruna Zanardo







Esses traços e cores super delicados são da Bruna Zanardo, a moça é paulista, tem 25 anos e se formou em moda no Senac.
Para ver mais: http://cargocollective.com/brunazanardo

domingo, 3 de junho de 2012

Casa Canadá


Nos anos dourados brasileiros era um luxo vestir uma roupa da Casa Canadá.
Nos anos 50, a França ditava a elegância, e a Casa Canadá importava modelos dos melhores criadores franceses que eram usadas por pessoas da alta sociedade brasileira.

A Casa Canadá pertencia a Mena Fiala e sua irmã Cândida. As irmãs nasceram em Petrópolis e a prendeu com as irmãs Falconi a fazer chapéus e a costurar com Marietta Pongetti.  Em 1928 Mena se casa e muda para o Rio de Janeiro. Em 1930 monta a Casa de Peles Canadá. Em 1944, é aberta a Canadá de Luxe, a primeira grande casa de alta costura do Brasil. No dia 17 de julho do mesmo ano, acontecia o primeiro desfile com manequins, treinadas pelas irmãs. Foi o primeiro passo para desfiles de moda como apresentação de tendências à imprensa e ao público consumidor. Mena e Cândida também foram responsáveis pelo primeiro prêt-à-porter do país.

A Casa Canadá Também reproduzia as peças que compravam dos famosos criadores. Cândida ia cinco vezes por ano a Paris e trazia modelos de estilistas como Balenciaga, Dior e Jacques Faith. A roupa era desmontada e a sua modelagem e costura estudadas, este processo resultou no aperfeiçoamento da mão de obra, tornando a Casa Canadá um laboratório de costura, formando ótimos profissionais. Até os tecidos eram reproduzidos, D. Mena encomendava para as indústrias têxteis tecidos iguais aos que eram trazidos da Europa.
O famoso Dener inicia sua carreira desenhando para a Casa Canadá.
A Casa não era só reprodução, alguns modelos europeus eram adaptados para o clima brasileiro.
Com a D. Mena foi instituída e respeitada a hora marcada e a data de entrega.

Os desfiles iniciavam pontualmente, barrando, quem fosse, ao chegar atrasado. E era este método e esta organização, que permitia à Casa Canadá entregar pontualmente os 4 ou 5 modelos encomendados por cada cliente, em ocasiões como o Sweepstake no Jockey Club.

Em 1967, a loja fechou as portas, Mena e Cândida continuaram dirigindo desfiles até 1972. Mena Fiala morreu em 2001.

Imagens: Reprodução

 PS:Este texto foi pesquisado e escrito por mim. Entenda 

Década de 60


Diferente da cintura marcada dos anos 50, a década de 60 chega com vestidos trapézio, curtos e com a silhueta em A.
 Os jovens estão super engajados na política, na arte (Pop e Op Art) e na moda.
O Brasil em plena ditadura vê seus jovens lutando pelos seus direitos. Zuzu Angel e Alceu Penna colocam a cultura brasileira em suas criações. A Rhodia produz fibras de poliéster no país, isso se resulta numa verdadeira revolução no vestuário, roupas mais baratas e acessíveis transformam o guarda roupa dos brasileiros. A Rhodia Têxtil impulsiona a moda brasileira, organizando grandes eventos e desfiles. Os meios de comunicação estão em pleno desenvolvimento. Dener veste Maria Teresa Goulart, símbolo de elegância.
                                                           
É a primeira vez que é feita uma moda jovem, gerando assim uma nova sociedade de consumo. As empresas passam a criar produtos específicos para essa juventude. Era o fim da moda única, estilos diferentes aparecem junto com comportamentos diferenciados. São abertas as primeiras lojas de venda por catálogo especializadas em moda juvenil. As grandes lojas de departamento também abrem seções especializadas em moda jovem. 

Com a alta costura em baixa, os estilistas abrem lojas com coleções prêt-à-porter, chamadas de boutiques, Yves Saint Laurent foi o primeiro a ter uma boutique, mas logo é acompanhado por outros estilistas como a  inglesa Mary Quant, uma das inventoras da mini saia e da cintura mais baixa.Yves Saint Laurent cria vestidos inspirados na arte de Mondrian e também ousa lançando o smoking, uma peça tradicionalmente masculina, para mulheres.
 
 
Pierre Cardin e Oscar de la Renta e  são inspirados pela moda da rua, criada pela irreverência dos jovens. Pucci faz história com suas cores e leveza.
 Nos anos 60, o hit era vestido tubinho com botas de cano longo brancas. A coleção metálica de Paco Rabane levava a era espacial. Seu primeiro vestido de plástico foi lançado em 1965. O estilista trocou agulhas por alicates e metal e papel no lugar do tecidos. Tinha também as Moon Girls, de André Courrèges, a moda estava voltada para a ida do homem a lua

Na maquiagem, os olhos eram bem marcados, pretos e a boca sem batom, os cabelos curtos, angulares e geométricos. Jacqueline Kennedy, Audrey Hepburn, Brigitte Bardot e Twiggy são diferentes personalidades que marcam os anos 60, cada uma com um comportamento diferente.
A moda masculina era influenciada por Beatles, com paletós sem colarinho, calças justas e japonas. A gola rolê também entra em moda. O jeans e camisetas que começam a ser usados nos anos 50 faz cada vez mais sucesso. Em Londres surgem os mods, de paletó cintado, gravatas largas e botinas. 


Chega ao fim os anos 60, coroados com a chegada do homem à Lua, em Julho de 1969. 

Imagens: Reprodução

 PS:Este texto foi pesquisado e escrito por mim. Entenda


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Olivier Grossetête

Uma ponte suspensa por balões. Esta é a instalação de Olivier Grossetête, no  parque Tatton, em Londres, até 30 de setembro.