quarta-feira, 16 de março de 2016

Década de 20

Depois de uma Guerra Mundial, o comportamento e a maneira de pensar da sociedade se modificaram. Os Estados Unidos se torna uma grande potência mundial, freado apenas pelo crack da bolsa de valores de Nova York, em 1929.
                                                                                                                                            Clara Bow
No Brasil, a década de 20 ficou marcada pela semana de arte moderna, em 1922. O objetivo da semana era renovar o ambiente artístico e cultural da cidade de São Paulo,
Livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquiagem.
                                                Pagu, Elsie Lessa, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Eugênia Álvaro Moreyra

Com a pele super branca destacando a boca vermelha e pintada somente no meio, os olhos bem marcados e  sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis. As mulheres ganham o espaço público, vão sozinhas às ruas, fazem compras sem acompanhante algum.
Agora a moda era caracterizada por suas linhas claras e direitas, estruturas visíveis e funcionalidade, associadas a um valor estético próprio. Nessa época, o busto deixa de se destacar, e a cintura desaparece, transferindo a atenção para os quadris.
  O corte de cabelo é curto para equilibrar pequenos chapéus. Para o dia usava-se uma produção discreta, mas à noite vestidos longos recebiam peles, plumas, bordados, flores e lantejoulas. Foi a década da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigans, colares compridos, boinas e cabelos curtos.

  Em 1925 surgiu a saia curta, que horrorizou os conservadores. A revolução das saias curtas: estava sujeito a multas e prisão quem andasse nas ruas com 8cm acima do tornozelo.

Imagens:Reprodução

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